Casa Verde Itinerante sobre a floresta amazônica ao nascer do sol
+30 milgarrafas de vidro recicladas
5editais de cultura conquistados em 2024
5projetos de arte e sustentabilidade
2018ano em que tudo começou
2023ano em que nos tornamos itinerantes
Quem somos

Um coletivo que escolhe fazer diferente

Criado por Domenico Demasi e Marcelly Camara, une arte, tecnologia social e economia criativa circular.

Missão

Democratizar o acesso à arte e à cultura por meio de experiências itinerantes que promovem inclusão social, sustentabilidade e valorização da diversidade.

Objetivo

Ser referência em itinerância cultural no Brasil, conectando comunidades diversas a experiências artísticas inovadoras que impulsionam o desenvolvimento local e a transformação social.

Inclusão

Arte e cultura são direitos de todos, independentemente de origem, renda ou localização.

Sustentabilidade

Reduzir o impacto ambiental em todas as etapas de cada projeto.

Diversidade

Valorizar a riqueza da cultura brasileira e a multiplicidade de vozes e histórias.

Inovação

Levar arte ao público com novas tecnologias e linguagens.

Transformação

Usar a arte para promover diálogo, reflexão crítica e um futuro mais justo.

Nossa história

Do quintal à floresta viva

2018O começo

Tudo começou quando um casal decidiu transformar o dia a dia com criatividade e sustentabilidade. Assim nasceu o El Jardinero BR, dentro de uma charmosa casa de madeira.

Ali funcionavam um café e uma cactaria diferente de tudo o que se via por aí: os cactos eram plantados nos copos de café reutilizados, os mesmos que os clientes tinham acabado de usar. Era um gesto simples, mas que tocou a comunidade, pois cada copo que iria para o lixo ganhava uma nova vida, com uma plantinha dentro.

O casal não parou por aí. O quintal virou espaço cultural, e filmes passaram a ser exibidos sob as estrelas, no meio da horta, com cadeiras improvisadas e um clima acolhedor. Era cinema com cheiro de terra molhada.

A casa de madeira onde nasceu o projeto El JardineroPorta e placa do El JardineroA casa iluminada à noite
2019Espaço Cultural
Casa Verde

Veio então um grande salto. Um prédio comercial, doado pelo pai de Dom, deu origem ao Espaço Cultural Casa Verde, onde arte, tecnologia e impacto social passaram a caminhar lado a lado.

Foi nesse espaço que nasceu o Projeto Vidros da Amazônia. Com eletrônicos doados por amigos e vizinhos, o casal desenvolveu uma máquina artesanal para cortar garrafas de vidro. E ela funcionou: cerca de 30 mil garrafas foram recicladas e viraram copos, luminárias, potes, castiçais e muitos outros produtos criativos. Um sistema de troca completava a ideia, e quem levava garrafas voltava para casa com produtos reciclados. A comunidade abraçou o projeto.

Outras ideias floresceram ali: o Cine Cult Social, com sessões semanais de cinema; a Caixa de Especiaria Solar, criada para secar ervas da própria horta, como ora-pro-nóbis, hortelã, menta e vinagreira, que depois se tornou um projeto de Marcelly e chegou a ser citada em um livro; e o D-Toy, uma linha de brinquedos feitos com resíduos recicláveis, com personagens como o Cuco Louco, de madeira, o Cubo T, de papelão e plástico, e os Magrelos, esculpidos em arame.

Fachada do Espaço Cultural Casa Verde durante o diaEspaço Cultural Casa Verde iluminado à noiteFachada do Espaço Cultural Casa Verde, azul e cheia de plantas
Emblema do Espaço Cultural Casa VerdeCubo T, brinquedo de papelãoCuco Louco, brinquedo de madeiraMagrelos, bonecos de arame colorido
2022Casa Maker e pub

Com o projeto crescendo, uma nova casa foi alugada a poucos metros dali: a Casa Maker.

Nela moravam Dom e Marcelly, e o espaço abrigava também uma hospedagem urbana de campo, com redário e um campo experimental. Era ainda a oficina onde os protótipos da máquina de vidro foram refinados, até chegar a um design simples e fácil de replicar.

Naquele mesmo ano, a Casa Verde ganhou um pub gastronômico colaborativo, com chefs convidados e uma loja criativa para artistas e artesãos da região. O lugar pulsava cultura e afeto de quinta a terça, e só descansava às quartas.

Mas a missão pedia novos caminhos.

2023Itinerantes

Em setembro, as atividades da sede foram encerradas, e a Casa Verde se tornou oficialmente itinerante.

O destino foi a Comunidade Marcos Freire, uma zona rural onde as necessidades são mais urgentes e o impacto, mais profundo. Ali começaram as exibições, oficinas, palestras e rodas de conversa, todas moldadas à realidade local. Foi lá que o casal aprendeu a ouvir antes de propor e descobriu que o conhecimento da terra já estava ali, nas mãos de quem vive nela.

Barcos às margens do rio na chegada à comunidadeEquipe chegando de triciclo com o equipamento de cinemaCrianças assistindo a um filme sobre uma lona azulSessão do Cine Cult Social sob a tenda, com a comunidade
2024Cinco editais

Foi o ano em que a cultura disse sim: cinco projetos do Cine Cult Social Itinerante foram aprovados pela Lei Paulo Gustavo.

Três deles foram realizados em São Sebastião do Uatumã e em Coari, levando cinema, cultura e lazer a quem tem pouco acesso a espaços culturais. Em Presidente Figueiredo, com recursos próprios, o Cine Cult passou pela Comunidade Novo Rumo, a convite da professora Luciene, e pela Comunidade Marcos Freire, em parceria com a Escola Municipal.

No Dia das Crianças, os moradores de Marcos Freire, com o apoio de parceiros locais, organizaram uma festa com cinema, pipoca, distribuição de brinquedos, pula-pula e até concurso de cabelo maluco.

Os outros dois projetos, aprovados na Lei Paulo Gustavo de Presidente Figueiredo, ficaram marcados para dezembro, com atividades nas comunidades Marcos Freire (km 13 da AM-240) e Jardim Floresta (BR-174, km 120). E vinha uma novidade: um cineclube do Cine Cult, um espaço permanente para fortalecer o acesso ao audiovisual.

2025Raízes

E então a terra chamou. Em setembro começava uma nova jornada: o Sítio Guardiões da Floresta, na comunidade Maruaga.

Ali, tudo o que foi aprendido ao longo dos anos finalmente pôde criar raízes. No sítio, a Casa Verde segue fazendo o que sempre fez desde o início: cultivar, reaproveitar, criar e reunir pessoas.

Ali se produzem alimentos, pesquisam-se e desenvolvem-se técnicas agroecológicas, e as portas ficam abertas para que o conhecimento seja compartilhado, testado e replicado por outras famílias e comunidades, como já aconteceu com a máquina de vidro.

As oficinas, as rodas de conversa e o cinema sob as estrelas, nascidos lá no primeiro quintal, encontram agora um novo palco: a floresta viva.

AmanhãO instituto

O sonho não para por aqui. O próximo passo é criar um instituto, um espaço permanente de pesquisa, educação e inovação socioambiental. E, para que ele nunca deixe de ser itinerante, a ideia é ter também um motorhome ou uma van como extensão móvel, levando a mais lugares o que essa caminhada ensinou.

A casa nunca foi um endereço.
A Casa Verde é o caminho, e ele segue florescendo.

O que fazemos

Nossos projetos

Vidros da Amazônia

Uma máquina artesanal simples, fácil de difundir pelo ensino comunitário, que transforma garrafas em copos, luminárias, potes e castiçais e desperta a sociedade para o descarte correto. Quem levava garrafas ganhava produtos reciclados.

Conheça o projeto →
Caixa solar de secagem de ervas

Especiarias Solar

Caixas que usam a energia do sol para secar ervas da horta, como ora-pro-nóbis, hortelã, menta e vinagreira, apoiando a agricultura familiar. Hoje é um projeto de Marcelly Camara e chegou a ser citado em um livro.

Sessão de cinema ao ar livre

Cine Cult Social

Cinema itinerante com filmes de abordagem ecológica e social, com destaque para artistas do Norte, que leva o diálogo e a cultura a cada comunidade.

Brinquedos do D-Toy

D-Toy

Brinquedos únicos feitos de resíduos recicláveis pelo artista Dom Demasi: os Magrelos, os CUBOTs e os Cuco Loucos.

Aula de malabarismo

DomDarte Malabares

Escola itinerante de malabares de custo zero, que torna a arte acessível a todos e ainda melhora a saúde física e mental e a visão periférica.

Aprender e compartilhar

Oficinas e palestras

Participantes em oficina
Arte ancestral

Conhecimentos ancestrais na fabricação de Filtro dos Sonhos, Olho de Deus e Mandala Grega, práticas tradicionais que atravessam culturas e tempos.

Artes hurbanas

Malabarismo e design de Toy Art: conceitos, fundamentos e a história por trás dessas expressões culturais das zonas urbanas.

Arte social

Técnicas e tecnologias de inovação social para que comunidades urbanas e rurais enfrentem desafios atuais com desenvolvimento sustentável e inclusivo.

Palestra de economia criativa com estudantes

Palestra de economia criativa

Uma oportunidade para crianças, jovens e adultos criarem uma relação mais ecológica com o mundo, conhecendo ideias e práticas de aproveitamento de resíduos que incentivam a sustentabilidade e a criatividade no dia a dia.

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Quero ser parceiro
Barcos coloridos em Presidente Figueiredo
Contato

Vamos conversar?

casa.cultural.verde@gmail.com

WhatsApp: +55 (92) 98463-5222

AM 240 Km 07, Comunidade Maruaga
Ramal da União Km 3, Sítio Guardiões da Floresta
CEP 69735-000, Presidente Figueiredo, AM
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